venerdì 18 gennaio 2013

Curso: Competências Básicas e AMISTAD, o filme


 Aluno: Benedito

Curso: Competências Básicas

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), órgão do Ministério da
Educação (MEC), que tem como principal papel social o apoio às políticas públicas para a educação
básica, mediante a implementação de diferentes programas e ações, dois quais pode-se destacar:
PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, PLi (Programa do Livro), PDDE (Programa
Dinheiro Direto na Escola), PTE (Programa de Transporte Escolar), Bralf (Programa Brasil
Alfabetizado) e outros programas como: Escola Aberta e Projetos Educacionais.
O PDDE foi criado em 1995, o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) tem por
finalidade prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas públicas da educação
básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação
especial mantidas por entidades sem fins lucrativos, registradas no Conselho Nacional de
Assistência Social (CNAS) como beneficentes de assistência social, ou outras similares de
atendimento direto e gratuito ao público. O programa engloba várias ações e objetiva a melhora da
infraestrutura física e pedagógica das escolas e o reforço da autogestão escolar nos planos
financeiro, administrativo e didático, contribuindo para elevar os índices de desempenho da
educação básica. O orçamento previsto para 2011 é de R$ 1,5 bilhão. Os recursos são transferidos
independentemente da celebração de convênio ou instrumento congênere, de acordo com o número
de alunos extraído do Censo Escolar do ano anterior ao do repasse.
Até 2008, o programa contemplava apenas as escolas públicas de ensino fundamental. Em
2009, com a edição da Medida Provisória no 455, de 28 de janeiro (transformada posteriormente na
Lei no 11.947, de 16 de junho de 2009), foi ampliado para toda a educação básica, passando a
abranger as escolas de ensino médio e da educação infantil.
Em 2010, o orçamento do PDDE foi de R$ 1,4 bilhão, para todas as suas ações. Foram
beneficiados pela ação PDDE Manutenção 41.124.404 alunos de 137.640 escolas públicas e
particulares; pela ação PDDE Escolas de fim de semana, 1.893.594 estudantes de 2.223 escolas;
pelo PDDE Educação integral, 5.993.270 alunos de 9.660 instituições de ensino; e, pelo PDDE –
PDE Escola, 10.007.894 alunos de 16.643 escolas.
Dentro do PDDE destacamos o Programa Escola Aberta que tem por finalidade promover a
melhoria da qualidade da educação no país, ampliando as oportunidades de acesso a atividades
educativas, culturais, esportivas, de lazer e de geração de renda por meio do funcionamento de
escolas públicas do 6o ao 9o anos e de ensino médio nos finais de semana. As atividades são abertas
a toda a comunidade e visam à melhoria do relacionamento entre professores, alunos e familiares,
envolvendo toda a comunidade escolar, de maneira a reduzir os índices de violência entre os jovens,
sobretudo aqueles em situação de vulnerabilidade social. Trata-se de um programa do governo
federal desenvolvido em parceria entre os Ministérios da Educação, Trabalho e Emprego, Esporte e
Cultura e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Este
programa é gerido pelo Ministério da Educação, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola
(PDDE). A previsão de duração do programa é de 40 meses.
Com o comprometimento humano desembocado no caminho da realidade educacional e a
realidade educacional e a autonomia das escolas, teremos maiores possibilidades de concretização
abrindo uma perspectiva real para que se efetive um substancial avanço a educação. Assim,
poderemos sentir a curto e longo prazo resultados positivos dos investimentos do FNDE e das
Políticas Públicas. Portanto, seria prematuro e por isso mesmo ocioso, qualquer esforço de
ajuizamento dos efeitos desses novos textos legais na ordenação e melhoria da Educação Básica.
Interatividade com o curso de arte:
A importância está na riqueza e interatividade que a arte tem com com outras disciplinas
inclusive com um curso como este promovido especialmente para os professores. Seria importante
todos os cursos terem esta interação.
A importância está na riqueza e interatividade da temática
experiencia proporcionada por
interação
educacional.
A
amplia os nossos conhecimentos e entendimento
academicos de forma universal enriquecendo nossa formação profissional.
O curso coloca-nos a par dos recursos que de um momento para outro
se transforma em beneficio, ou seja, manutenção da escola, nosso ambiente de
trabalho. É muitos
importante
termos a mente e o espírito abertos para
podermos aprender e, assim, oferecermos aos alunos da rede pública um
ensino de qualidade e integração no ambiente escolar.

Referências Bibliográficas:
www.portalsaofrancisco.com.br
www.educacao.uol.com.

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Aluno Benedito

AMISTAD, o filme

O filme mostra o processo de julgamento de negros nos Estados Unidos, 22 anos antes do
início da Guerra Civil, num contexto marcado pelo expansionismo em direção ao Oeste e pelo
acirramento das divergências do norte protecionista, industrial e abolicionista, com o sul livre-
cambista, agro-exportador e escravista.
Na passagem do século XVIII para o XIX, os Estados Unidos recém-independentes
formavam uma pequena nação, que se estendia entre a costa do Atlântico e o Mississipi. Após a
independência, o expansionismo para o Oeste foi justificado pelo princípio do "Destino Manifesto",
que defendia serem os colonos norte-americanos predestinados por Deus a conquistar os territórios
situados entre os oceanos Atlântico e Pacífico. A crescente densidade demográfica, a construção de
uma vasta rede ferroviária iniciada em 1829 e a descoberta de ouro na Califórnia em 1848, também
representou um estímulo para conquista do Oeste.
A ação diplomática dos Estados Unidos foi marcada por um grande êxito nas primeiras
décadas do século XIX, quando através de negociações bem sucedidas os Estados Unidos adquirem
os territórios da Lousiana (França), Flórida (Espanha), além do Oregon (Inglaterra) e até o Alasca
da Rússia, após a Guerra de Secessão.
Em 1845, colonos norte-americanos proclamaram a independência do Texas em relação ao
México, iniciando-se a Guerra do México (1845-48), na qual a ex-colônia espanhola perdia
definitivamente o Texas, além dos territórios do Novo México, Califórnia, Utah, Arizona, Nevada e
parte do Colorado. Destaca-se ainda a incorporação de terras indígenas, através de um verdadeiro
genocídio físico e cultural dos nativos.
O intenso crescimento do país, acompanhado de uma grande corrente de imigrantes
europeus atraídos pela facilidade de adquirir terras, torna ainda mais flagrante, o antagonismo entre
o norte e o sul. No norte, o capital acumulado durante o período colonial, criou condições
favoráveis para o desenvolvimento industrial, cuja mão-de-obra e mercado encontravam-se no
trabalho assalariado. A abundância de energia hidráulica, as riquezas minerais e a facilidade dos
transportes contribuíram muito para o progresso da região, que defendia uma política econômica
protecionista. Já o sul, de clima seco e quente, permaneceu estagnado com uma economia agro-
exportadora de algodão e tabaco baseada no latifúndio escravista. Industrialmente dependente, o sul
era ferrenho defensor do livre-cambismo, mais um contraponto com o norte protecionista.
Essas divergências tornam-se praticamente irreconciliáveis com a eleição do abolicionista
moderado Abraham Lincoln em 1860, resultando no separatismo sulista, iniciando-se assim em
1861 a maior guerra civil do século XIX, a Guerra de Secessão, também conhecida como "Guerra
Civil dos Estados Unidos", que se estendeu até 1865 deixando um saldo de 600 mil mortos.
Baseado em história verídica, tudo se inicia com uma turbulenta jornada marítima numa
embarcação que é identificada como "La Amistad". Trata-se de um navio negreiro que mo século
XIX, em 1839, sofre um enorme revés ao ver os prisioneiros se rebelarem e trucidarem grande parte
da tripulação.
Isso se deve ao fato de muitos negros, dezenas de africanos, infelizmente, serem
seqüestrados de seus lares na África para servirem de escravos. A bordo do navio, se libertam das
correntes e assumem o comando. Matam a maior parte da tripulação e obrigam os sobreviventes a
leva-los de volta à África.
Os negros sonhavam retornar à África, mas, os líderes da rebelião, desconhecendo os
caminhos marítimos pelos quais conseguiriam voltar para casa, mantêm dois prisioneiros que
devem levá-los de volta a África. São traídos e aportam na América do Norte, já que,
desordenadamente, navegaram até a costa de Connecticut.
Na costa americana o navio espanhol é capturado pela guarda-costeira, contendo 53
escravos negros amotinados a bordo. Ao chegar em território americano, aprisionados, são levados a
um grande julgamento, acusados de assassinos, ocasião em que se cria uma enorme polêmica entre
os abolicionistas e os conservadores, num período onde as divergências internas do país, entre o
norte abolicionista e o sul escravista, caracterizavam o prenúncio da Guerra de Secessão.
Os sobreviventes da tripulação pleiteiam a posse da "mercadoria" humana transportada no
Amistad, são contestados pela rainha da Espanha, que também quer se apropriar do conteúdo da
embarcação (com base no fato de que o navio era de bandeira espanhola); além deles, também os
oficiais norte-americanos que apreenderam o barco e controlaram o motim desejam a posse dos
cativos para vendê-los.
Contra eles se levantam abnegados defensores da liberdade humana, lutando contra a
espoliação e a exploração características da escravidão. Capitaneados por Theodore Joadson
(Morgan Freeman) e defendidos no tribunal pelo jovem e impetuoso advogado Roger Baldwin
(Matthew McConaughey), os escravos liderados por Cinqué (Djimou Hounsou) desafiam as leis e
impingem um recomeço para a história republicana norte-americana. Contam, para isso, com o
auxílio inestimável do ex-presidente John Quincy Addams (Anthony Hopkins).
A sorte deles depende do jovem advogado que os representa. Porém, como se trata de uma
época de reeleição, o destino dos 53 escravos se torna uma questão política ainda mais complicada
pelas disputas constantes entre o Sul (escravocrata) e o Norte (menos conservador e aberto ao
abolicionismo).
Inicialmente, os africanos são julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma
vulto e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn), que sonha ser reeleito, tenta a
condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a
Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que tanto os escravos quanto o navio
são seus e devem ser devolvidos.
Mas os abolicionistas vencem e, no entanto, o governo apela e a causa chega a Suprema
Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), um
abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária para defender os africanos. Aliás,
cena esta que fica muito marcada no filme, pois se destaca pela busca da Justiça, algo que marca
profundamente, creio, a maior parte dos seres humanos.
Como o navio Amistad é interceptado e sua "carga" – os negros comprados na Fortaleza de
Lomboko, Serra Leoa – aprisionada até o julgamento, a questão é:
- A quem pertencem os negros do Amistad?
A partir daí, toda a trama do filme se desenrola mostrando, vez por outra, características
dos povos ( membros de várias tribos ) africanos, toda forma de tortura e humilhação por que
passavam os negros durante sua penosa viagem nos navios negreiros e o julgamento do caso pela
Corte Norte Americana. Cenas chocantes que deprimem o público que assiste a trama.
A discriminação racial nos Estados Unidos, questão muito próxima da nossa realidade, em
meados do século XIX, era ainda mais acirrada. Os negros eram, em sua maioria, ainda escravos.
Um ou outro já possuía certa liberdade e, poderíamos dizer até, certo espaço para a formação de
uma comunidade negra organizada. Essa organização começa a surgir a partir de 1866, logo que a
escravidão é abolida, com a criação da 13a emenda da Constituição Norte Americana. "Separate but
equal".
Já havia, por exemplo, um grupo de alfabetizados no idioma inglês. No filme aparece uma
redação que se ocupa de duas edições do mesmo jornal, ou seja, uma para brancos que noticia o fato
como "O massacre no mar" e outra para negros, com a manchete "Luta pela liberdade no mar". No
Brasil o slogan é outro: "Juntos, mas diferentes".
Abro aqui um parêntese para enfatizar minha opinião, aproveitando o gancho do filme,
para dizer que negros e brancos são iguais. Separações, sectarismos, intolerância etc. fazem parte de
uma conduta etnocêntrica, presente na personalidade humana, capaz de esvaziar suas mentes em
torno de uma utópica e relutante superioridade, baseada apenas em aparências.
A organização duma comunidade negra consciente de seu papel social, até hoje não
aconteceu no Brasil. Os poucos negros que assumem sua etnia são considerados minoria no país,
privados normalmente dos seus direitos como cidadão, agravando-se ainda mais a desigualdade e a
injustiça que impera sobre a maioria afrodescendente da população.
O negro, tanto quanto o branco, seres humanos, necessitam ser respeitados como cidadãos
livres, inseridos numa sociedade justa, em que todos os direitos sejam amplamente respeitados e o
leque de leis, presentes na Constituição do país, se faça valer pela vontade do povo, através de uma
democracia limpa e leal.
Voltando ao caso "Amistad", apesar de racistas, os Estados Unidos não concordavam com
o tráfico de escravos. Cria-se neste episódio, portanto, um tremendo impasse. Mesmo que de forma
implícita, fica claro que a questão econômica é o pilar daquela Corte americana. Isto também diz
respeito ao posicionamento da Espanha, que reclamava a posse dos escravos, pois o Amistad se
tratava de um navio espanhol que naquela época expandia seu mercado consumidor, tendo os
negros trabalhadores como principal alvo dos seus negócios.
A questão da escravidão no filme, relacionava-se com a guerra civil americana entre o
norte e o sul, no tocante aos lucros altíssimos auferidos com a mão de obra escrava pelos grandes
escravocratas sulistas.
Durante o julgamento, o advogado de acusação acaba questionando a legitimidade da
escravidão. Ele coloca que os africanos, assim como os europeus e americanos sempre utilizaram
desta arma contra os mais fracos e em benefício próprio em guerras ou como pagamento de dívidas.
E isso não era nada inédito. Ao contrário, em toda história ouviu-se falar em trabalho forçado,
servidão, etc., o que não justifica nem autoriza moralmente um ato tão cruel como este, ou seja,
além de escravizar um grupo apenas pela cor, desrespeitavam a ética, já que invadiam países livres
para contrabandearem seres humanos, logrando a todos uma vida prisioneira e dolorosa, totalmente
contradizente com os mínimos valores humanos.
É inadmissível legitimar a escravidão de um povo, muito menos por práticas econômicas
que os resumissem a simples e barata mercadoria. No entanto, não deve ser apenas umas palavras
de ordem, mas sim um profundo aprendizado, necessário a cultura dos povos de todas as raças.
Amistad, diante de tantas mortes, pode se considerar como tendo um final triste, mas não
terminou ainda... Muiá ma muiê...era um canto que os negros entoavam tanto nas derrotas quanto
nas vitórias... muiá ma muiê!
Interatividade com o curso de arte:
A importância está na riqueza e interatividade que a arte tem com outras disciplinas
inclusive com um filme como este, histórico, ou seja baseado em fatos reais. Seria importante todos
os professores terem acesso a esta maravilha.
A importância está na riqueza e interatividade da temática
experiencia proporcionada por
interação
educacional.
A
amplia os nossos conhecimentos e entendimento
academicos de forma universal enriquecendo nossa formação profissional.
O filme
coloca-nos a par de uma realidade histórica. É muito
importante termos a mente e o espírito abertos para podermos aprender com
a história e,assim oferecermos aos alunos da rede pública um ensino de
qualidade e integração no ambiente escolar.
Referências Bibliográficas:
www.portalsaofrancisco.com.br
www.educacao.uol.com.


giovedì 17 gennaio 2013

“METAMORFOSE” Franz Kafka


METAMORFOSE”
Franz Kafka


Introdução


Gregor Samsa, caixeiro viajante, leva a vida a trabalhar, exaustivamente, e sempre a ouvir queixas e recriminações do Sr Gerente que cobra sempre melhor desempenho ameaçando-o de dispensa e de cobrar antiga divida que o Senhor Samsa num momento aflitivo contraiu. A família de Gregor, os Senhor e Senhora Samsa também não o poupa exigindo sempre mais e mais responsabilidades no cumprimento de tudo que lhe é solicitado no trabalho. O Senhor Samsa, pai de Gregor, aposentado, gordo e moroso e um tanto adoentado, não podia trabalhar, continua a manter e usar o mesmo uniforme que usava no trabalho como contínuo de um banco.
A Senhora Samsa, mãe de Gregor; sofre de asma e também gorda mãe faz os serviços domésticos auxiliava por Ana, uma ajudante e preocupa-se em agradar o Sr Samsa. Grete, a irmã, é ainda uma criança que sonha em ser violinista, porém com os parcos recursos da família isso é só um sonho. A família vive com muitas dificuldades financeiras, Gregor quem tomou para si a responsabilidade de proporcionar a todos melhor alimentação, moradia decente e confortável. Também ele sonhava em mandar a irmã Grete para uma universidade estudar violino, pois ela tinha talento só lhe faltou dinheiro pra seguir estudos.
A rotina diária no trabalho e também familiar de Gregor; o esmaga, suga todas as energias, ele passa a viver sem sonhos, sem amigos sem namorada. Sempre que a porta do quarto fechava Gregor ficava a recordar: o Gerente, o chefe, os caixeiros e os aprendizes, o contínuo obtuso, dois ou três amigos e a moça, caixa de uma loja de chapéus, que ele cortejou seriamente e devagar demais.
A vida da família segue nesse marasmo até que um dia a Sra. Samsa percebe que Gregor perdeu a hora de embarcar no trem que o levaria ao trabalho, ela o chama várias vezes, até que Gregor responde ela se espanta com a voz e pensa em chamar um médico pois o imagina doente. Como Gregor demora a levantar chega o Chefe que o ameaça de levar a queixa ao Gerente podendo fazer com que ele perca o emprego começa a censurá-lo na presença dos pais. Inclusive ameaçando-o de cobrar antiga dívida. Como Gregor não consegue abrir a porta do quarto à família decide chamar o médico e um serralheiro até que alguém consegue abrir a porta e deparam com um inseto grande e asqueroso em que ele havia se transformado. Assim começa a via crucis de Gregor que se transforma num inseto asqueroso, mas continua a pensar e agir como ser humano. Ao mesmo tempo em que ama pode odiar a família por se sentir excluído e também por se transformar num peso que todos querem se livrar.
Toda a casa se transforma, no início para acolher e proteger dos olhos de todo o inseto depois para esconder de todo o mal que atingiu e envergonha a família. Foi o senhor Samsa quem causou a morte de Gregor ao atirar nele uma maçã que apodreceu em suas costas. Porém a mais cruel das pessoas foi a irmã que cansada de esconder e de viver junto dele sugeriu ao pai que livrasse a todos da presença incomoda do asqueroso inseto. Após a morte do inseto e quando Ana a ajudante limpa o quarto e se desfaz de todo vestígio a família de Gregor sai em passeio e descobrem que a vida é bela e boa, sonham em mudar de apartamento ir morar confortavelmente em outro e melhor bairro, já não sentem a perda do irmão e mesmo o futuro lhes parece promissor.
ANALISE:
O texto coloca-nos a par de um ser humano que de um momento para outro se transforma num inseto asqueroso e monstruoso, a narrativa é de um realismo impressionante e associa o psicológico do ser humano que sucumbe diante da pressão que a vida cotidiana, através do humor “negro”, associa o inverossímil ao trágico, grotesco e cruel da frágil condição humana. que ao sentir-se impotente diante das cobranças vai sendo tragado pela insegurança até chegar a condição de inseto.
A importância está na riqueza e interatividade da temática educacional.
É importante a relação entre esta obra e o curso que estamos fazendo. Desde o cenário até as técnicas utilizadas. A maneira como os autores se apresentam estão relacionadas com o que estudamos. É uma experiência significativa para professores e alunos.
A experiencia proporcionada por interação amplia os nossos conhecimentos e entendimento academicos de forma universal enriquecendo nossa formação profissional.





Referências Bibliográficas:


www.portalsaofrancisco.com.br


Sócrates, o filme


SÓCRATES
Segundo a minha compreensão do filme Sócrates, deixa claro que ele sempre se baseou na sabedoria que ele admirava em seus antecedentes, e através dela podia encontrar o caminho da verdade. Este Filósofo não conseguia entender como as pessoas eram tão previsíveis e como não tinham a menor noção do que as rodeava, tão pouco do que viria depois desta vida.
Sócrates seguiu sempre pelo caminho da reflexão e raciocínio, pois tinha como meta galgar a verdade sobre tudo, desde a origem das coisas. do mundo e até o que viria no porvir. Devido as suas ideias Sócrates provocava admiração, inclusive dos jovens, ele queria abrir os olhos desses jovens, pois, eles eram a nova geração que se iniciava e portanto deveria ser uma era de sabedoria e conhecimento. Ele nunca cobrava por seus ensinamentos, pois acreditava que o conhecimento não tinha preço e que era algo que ninguém tiraria de você, ou seja, a sabedoria não podia ser vendida, e ia mais além dizendo que ele nada sabia.
Para este grande filósofo, a pessoa sapiente não podia vangloriar-se de ser como tal, e caso chegasse a tal ponto, não passaria de um mero tolo. Não obstante ao ter simplicidade e humildade para reconhecer que não sabia de nada, tornava-lhe o mais sábio.
Assim como já supracitado observou-se que Sócrates parecia ser admirado por sua esposa, filhos, amigos, jovens e muitos cidadãos, mas pelo fato de expor pensamentos muito avançados para a época, e pelo fato da sociedade não ter costume de pensar, e além de possuir o ódio de seus rivais, teve suas ideia filosóficas equivocadas e portanto foi julgado por crimes que não cometeu e condenado a morte por envenenamento.
Um dos momentos marcantes de Sócrates como educador é a primeira cena em que ele aparece, em que um homem passa por ele e o chama de “pulguento”. Rodeado de alunos indignados com a situação, é questionado por quê não leva o caso ao tribunal. Para responder ele explica o “único mal das pessoas é a pressunção de saber algo”, e que não vale a pena discutir com pessoas que são cheias de opinões, pois, são pessoas que falam de coisas que mal conhecem ou não conhecem nada. Ele ainda é questionado sobre o que conhece mais do que os atenienses, e ele responde “Só sei que nada sei”. Destaquei essa cena porque Sócrates se manteve calmo e tranquilo buscando avaliar e fazer os alunos entederem o porquê do homem ter agido de tal forma, ao invés de ter se irritado e acabar agindo sem pensar nas consequências.
Outro momento é quando Sócrates e seus alunos estão caminhando e passam por vários homens presos sob tortura à mando de Crítias, que foi um de seus discípulos. Os alunos se mostram surpresos com tamanha crueldade de alguém que teve contato com os ensinamentos do professor. E o que é interessante é Sócrates também se questiona sobre e procura razões para isso, pois do ponto de vista dele a política que ele ensina deve servir à justiça e não à “arte de dominar”.
A terceira cena que marcou é quando um dos alunos diz que os chefes de Estado deveriam ser filósofos, e pergunta à Sócrates por que ele não se candidata já que conhece bem a política. Através de perguntas e comparações, ele convence que os chefes não deveriam ser escolhidos por sorteio, pois, a política é uma difícil tarefa e, que é a população quem tem o poder não os generais. Então, ele contribui mais para a sociedade se ele preparar os cidadãos do que exercendo um cargo político. Mais uma vez, o que me chamou atenção é que se deve pensar na origem do problema para tentar resolvê-lo, ao invés de tomar uma providência imediata e não ter um bom resultado.
Por fim Sócrates, não teve medo da morte, pois achava que tinha algo mais, reservado para ele, suas convicções eram fascinantes e nem mesmo a maldade e a inveja de seus inimigos o fizeram desistir de sua busca, A qual era: A Busca pela verdade. Morrer para Sócrates era ser esquecido, se a verdade fosse abandonada, logo sua morte seria em vão.

Referências Bibliográficas:
 

mercoledì 16 gennaio 2013

O Evangelho Segundo Jesus Cristo


Aluno: Benedito 

O Evangelho Segundo Jesus Cristo


Biografia de José de Souza Saramago: Nasceu em 16/11/ 1922, em Azinhaga, Golegã, Portugal. Mudou-se para Lisboa. Era autodidata e exerceu varias profissões. Trabalhou em conceituados noticiários, como o Diário de Lisboa. Foi diretor do Diário de Notícias. Alcança fama com o livro Levantado do chão, em 1980. O livro, Evangelho Segundo Jesus Cristo, foi censurado pelo governo português. Porém, o Saramago ganhou premio Nobel. José Saramago faleceu no dia 18 de junho de 2010, aos 87 anos, vitima de leucemia crônica.
Alguns romances escritos por Saramago:
  • O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984)
  • A Jangada de Pedra (1986)
  • O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991)
  • Ensaio sobre a Cegueira (1995)Todos os Nomes (1997)
  • O Homem Duplicado (2002)

No Evangelho Segundo Jesus Cristo de José Saramago, José e Maria acabam fazendo sexo e assim a pureza da “Virgem” é abalada. Maria encontra na rua um mendigo, alto e misterioso que lhe entrega uma tigela, colocando antes terra nela, dizendo: “Que o Senhor te abençoe, mulher, e te dê todos os filhos que a teu marido te aprouver.” No momento em que a recebe, Maria observa que a tigela tem um brilho incomum, embora seja feita de barro.
Quando Maria chega em casa conta o sucedido no encontro com o mendigo e revela que está grávida. No nascimento de Jesus temos a reinterpretação do episódio dos três reis magos. O menino Jesus tem um choro sofrido e surgem três pastores, o primeiro trouxe leite, o segundo trouxe queijo e o terceiro, que Maria parece reconhecer como sendo o misterioso mendigo, trás pão e diz: “Com estas minhas mãos amassei este pão que trago, com o fogo que só dentro da terra há o cozi.”
Na infância Jesus cresce rodeado de vários irmãos e irmãs. Quando Jesus atinge a adolescência seu pai, José, morre crucificado. Quando Herodes mandou matar os meninos que nascessem em Belém, mais ou menos na época em que Jesus nascera; José, sabendo do perigo que sua esposa e seu filho corriam, fugiu para que Jesus nascesse num lugar afastado do alcance dos soldados de Herodes. Na pressa com que fugira levando Maria, sequer avisara os outros camponeses, depois disso, José passou a se sentir culpado pela morte daquelas crianças, pelo pecado da omissão. Assim, quando soldados romanos o prendem por engano e o levam ao martírio não sente vontade de defender-se.
Em sua juventude, Jesus conhece o amor por meio de Maria Madalena. Os dois se amam. Surgem os milagres de Jesus: O milagre do vinho (numa “festa de arromba” o vinho acaba, os convidados reclamam e Jesus opera o milagre da transformação da água em vinho), o milagre dos pães (dividiu um único pão entre vários mendigos que não conseguiam fazê-lo).
Quando Jesus vai morar numa aldeia de pescadores, observa-se que quando Jesus entra no barco os peixes se lançam para dentro, assim, a cada dia, Jesus vai com um dos pescadores, de modo que todos tenham sua boa pescaria. Certa vez, num dia de muito nevoeiro, Jesus parte sozinho para o mar. Mais adiante o nevoeiro se dissipa e Jesus, numa “roda maior de luz, a barca pára, é o centro do mar. Sentado no banco da popa, está Deus.”
Deus revela a Jesus sua descendência divina, e a seguir Deus explica o motivo que o levou a ter um filho: para que sua glória aumentasse entre os homens, pois passados quatro mil anos, Deus era deus apenas para um pequeno povo “que vive numa diminuta parte do mundo”. Deus, pois, tem um plano para o seu filho, que levará o conhecimento de sua figura para todos os outros povos. E, por fim, revela que o papel que Jesus tem nesse plano é o de mártir: “E qual foi o papel que me destinaste no teu plano? O de mártir, meu filho, o de vítima, que é o que melhor há para fazer espalhar uma crença e afervorar uma fé.”
Jesus pergunta se outras pessoas terão que morrer para que a fé se propague, Deus confirma que sim e durante vários parágrafos e páginas segue-se uma lista dos martirizados durante os séculos que se seguiram até a expansão e o domínio do Cristianismo. Explica também os modos com que muitos serão martirizados (fogueira, decapitação, enforcamento, cravados com flechas, a pedradas, esquartejados, etc.). Deus ainda fala das guerras religiosas, das Cruzadas, da Inquisição, etc.
Jesus, diante de tal revelação de mortandade, recusa o seu papel no plano, mas Deus reafirma o seu destino. Próximo a Jesus está o Diabo, que diz: “É preciso ser Deus para gostar tanto de sangue”. O Diabo, que não era ninguém menos do que aquele mendigo misterioso, ainda oferece a Deus o seu perdão e voltar a ser um de seus arcanjos diletos, mas Deus recusa afirmando que a bondade só existe em oposição à maldade e que Deus só será adorado porque existe um Diabo a ser temido.
Jesus e o Diabo voltam na mesma barca. Antes, ao entrarem, o Diabo fala que há uma coisa no alforje de Jesus que pertence ao Diabo, mas que um dia voltará ao poder de Jesus. Ao olhar no seu alforje, Jesus encontra a velha tigela de barro.Após quarenta dias Jesus retorna para a aldeia dos pescadores, pronto para cumprir o seu destino. O milagre de Lázaro, a traição de Judas e a negação de Pedro são apresentados numa nova versão que dessacraliza esses episódios. Jesus é crucificado, e já desfalecendo após o momento em que um soldado que lhe dá vinagre numa esponja para que beba e diminua seu sofrimento, morre sem ver que aos pés da cruz estava a tigela que servia agora para recolher o sangue que escorria da cruz.
Personagens Jesus: Protagonista e salvador da humanidade. É uma Pessoa humilde, honesta e tem ideias fixas.Maria: Virgem que perdeu a santidade por fazer sexo. É a mãe de Jesus. Muitas vezes a personagem censura Jesus, mesmo sendo inferior a ele por ser uma mulher.José: Pai de Jesus. Homem batalhador que morre por tentar salvar o amigo
Deus: Figura divina e bondosa, porém se apresenta como um ser ambicioso por conquistas.Diabo: Figura sobrenatural, maligna e tem muita lábia, quase consegue confundir Deus.Maria Madalena: Prostituta, perdoada por seus pecados pelo próprio Jesus que era seu marido.Discípulos: Apoio de Jesus na propagação do evangelho e da missão dada por Deus a Jesus.
O Enredo do livro conta uma história humanizada da vida de Jesus e alude a uma sua eventual relação com Maria Madalena. Ao adotar essa perspectiva, de humanização de Cristo, distante da representação tradicional do Evangelho e evidenciando o seu caráter frágil e vulnerável Saramago põe de lado todo o sofrimento de Cristo e que, "no fundo”, o problema não é um Deus que não existe, mas a religião que o proclama.
O Tempo Cronológico e Psicológico: Jesus na infância: “Quando chegou aos cinco anos, o filho de José começou a ir à escola. Todas as manhãs, logo ao nascer do dia, a mãe levava-o ao encarregado da sinagoga, que, sendo os estudos do nível elementar, bastava para o efeito, e era ali, na própria sinagoga, feita sala de aula, que ele e os outros rapazinhos de Nazaré, até aos dez anos, realizavam a sentença do sábio...”
No tempo psicológico :“Mil vezes a experiência tem demonstrado, mesmo em pessoas não particularmente dadas à reflexão, que a melhor maneira de chegar a uma boa ideia é ir deixando discorrer o pensamento ao sabor dos seus próprios acasos e inclinações, mas vigiando-o com uma atenção que convém parecer distraída, como se se estivesse a pensar noutra coisa, e de repente salta-se em cima do desprevenido achado como um tigre sobre a presa”
Jesus na adolescência, “Jesus lançou-se para o chão, a chorar, os inocentes, os inocentes, dizia ele, parece incrível que um simples rapaz de treze anos, idade em que o egoísmo facilmente se explica e desculpa, possa ter sofrido tão forte abalo por causa duma notícia que, se tivermos em conta o que sabemos do nosso mundo contemporâneo, deixaria indiferente a maior parte da gente.”
Jesus na fase adulta, “eis que, enfim, ia Jesus nos seus vinte e cinco anos, pareceu que o universo todo começou de súbito a mover-se, novos sinais se sucederam, uns atrás dos outros, como se alguém, com repentina pressa, pretendesse reaver um tempo que houvesse malgastado.”

Espaço e no antigo Oriente Médio, a história se passa em cidades que estão hoje dentro das fronteiras da Jordânia, de Israel e da Autoridade Nacional Palestina (ANP)“... fora em peregrinação a Jerusalém descera até Belém...”“... o deserto de Judeia queimava e requeimava a antiquíssima cicatriz duma terra...”“...João nunca se demorava muitos dias num mesmo lugar, mas que o mais provável, em todos os casos, seria encontrá-lo batizando nas margens do Jordão, desceram dos altos de Betânia para o sítio de Betabara, que está à beira do Mar Morto, com a ideia de irem depois subindo o rio, sempre, até ao Mar da Galileia...”
O autor possui um grande senso crítico da sociedade, e muitas vezes faz uso de ironias:“O filho de José e de Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo de sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar, e chorará por esse mesmo e único motivo”.Ausência de pontuações e marcações nos diálogos:“Aproximou-se o pastor e disse, Com estas minhas mãos trabalhei o leite e fabriquei o queijo”.
O estilo da escrita de José Saramago muitas vezes subverte a estrutura da língua portuguesa, atitude raramente valorizada pelos professores quando manifestada pelos alunos. José Saramago “A escola deveria ensinar a ouvir. Cabe a ela ensinar o aluno a escrever corretamente e também explicar por que as regras são assim, e não de outra maneira. Mas a escola não será o lugar onde se subverte e revoluciona a estrutura da língua. Essa tarefa pertence aos escritores, se estes consideram que têm motivos para o fazer.”

Referências Bibliográficas:
www.colegioweb.com.br
www.portalsaofrancisco.com.br

venerdì 12 ottobre 2012

HISTORIA DA ARTE: DO ROCOCO AO REALISMO - Portifolio


Aluno: Benedito
PESQUISA SOBRE A PINTURA NO ROMANTISMO BRASILEIRO

A pintura do Romantismo brasileiro foi a principal expressão das artes plásticas no Brasil na segunda metade do século XIX. Essa produção pictórica se inseriu na evolução local do movimento romântico e coincidiu aproximadamente com o período do Segundo Reinado, mas suas características foram bastante singulares, diferenciando-se em vários pontos em relação à versão original do Romantismo europeu e da mesma forma não pode ser considerada um paralelo exato da importante manifestação do Romantismo na literatura brasileira da mesma época. Teve uma feição palaciana e contida, trouxe forte carga neoclássica e logo se mesclou ao Realismo, Simbolismo e outras escolas, em uma síntese eclética que vigorou até os primeiros anos do século XX.
Em termos ideológicos a pintura do Romantismo brasileiro girou principalmente em torno do movimento nacionalista orquestrado habilmente pelo imperador Dom Pedro II, ciente dos problemas oriundos da falta de unidade cultural num país tão vasto e interessado em apresentar uma imagem de um Brasil civilizado e progressista diante do mundo. Esse nacionalismo encontrou expressão maior na reconstrução visual de eventos históricos importantes, no retrato da natureza e dos tipos populares, e na reabilitação do índio, legando um corpo de obras de arte que até hoje figura com destaque nos museus nacionais, e cujo simbolismo marcante e efetivo contribuiu de maneira poderosa para a construção de uma nova identidade nacional e fez alguns de seus exemplos mais bem conseguidos penetrarem indelevelmente na memória coletiva do povo brasileiro.
SINTESE
A pintura do Romantismo brasileiro foi a principal expressão das artes plásticas no Brasil na segunda metade do século XIX. Em termos ideológicos a pintura do Romantismo brasileiro girou principalmente em torno do movimento nacionalista orquestrado habilmente pelo imperador Dom Pedro II. Esse nacionalismo encontrou expressão maior na reconstrução visual de eventos históricos importantes, no retrato da natureza e dos tipos populares, e na reabilitação do índio.




PERGUNTAS

01- O que foi a pintura do Romantismo brasileiro? R: Foi a principal expressão das artes plásticas no Brasil na segunda metade do século XIX.
02- Em torno de qual movimento a pintura do Romantismo brasileiro girou? R: Em termos ideológicos a pintura do Romantismo brasileiro girou principalmente em torno do movimento nacionalista orquestrado habilmente pelo imperador Dom Pedro II.
03- Em que momento podsemos encontrar a expressão maior deste nacionalismo? R: Esse nacionalismo encontrou expressão maior na reconstrução visual de eventos históricos importantes, no retrato da natureza e dos tipos populares, e na reabilitação do índio.














  1. BLIOGRAFIA:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

BERGER, John. Modos de Ver. Tradução de; Lúcia Olinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

CANCLINI. Néstor Garcia. Culturas híbridasestratégias para entrar e sair da Modernidade. São Paulo: EDUSP, 2006

CLARK, Lygia. Col. Arte Contemporânea Brasileira. [S./] Ed. FUNARTE, 1980.
MARTÍN GONZÁLEZ, J.J., Historia del arte , 2 vols., Barcelona, Gredos, 1992.

SILVA Junior, Afonso Gomes da. Aprendizagem por meio da ludicidade. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.




HISTORIA DA ARTE: DO ROCOCO AO REALISMO


Aluno: Benedito
FOTOGRAFIA POÉTICA
Foi escolhida para pesquisa a casa do estudante.
Fotografia digital: É a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando num arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou em dispositivos de armazenamento digital. Dispensa, assim, o processo de revelação. A visualização da imagem pode ser feita no ato, através dos recursos da câmera digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita em um computador, usando-se softwares editores de imagem como o Photoshop, GIMP, entre outros.


Poesia
A CEU DO PARANÁ
Fundação casa do estudante universitário do Paraná,
União paranaense de estudantes,
existe a mais de sessenta anos.


Tem por finalidade propiciar assistência e moradia,
dentro dos seus limites e de sua possibilidade,
moradia para os estudantes.


Salve a fundadora deste projeto,
a Primeira Dama do Estado Sra. Hermínia Rolim Lupion,
ela é a bem feitora desta nação,
vamos todos agradecer nossa mama.


Seu primeiro presidente
foi Ozéias de Castro Neves,
que a denominou de caráter beneficente
é um bem para o Paraná e outros estados da União.





  1. BLIOGRAFIA:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

BERGER, John. Modos de Ver. Tradução de; Lúcia Olinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

CANCLINI. Néstor Garcia. Culturas híbridasestratégias para entrar e sair da Modernidade. São Paulo: EDUSP, 2006

CLARK, Lygia. Col. Arte Contemporânea Brasileira. [S./] Ed. FUNARTE, 1980.
MARTÍN GONZÁLEZ, J.J., Historia del arte , 2 vols., Barcelona, Gredos, 1992.

SILVA Junior, Afonso Gomes da. Aprendizagem por meio da ludicidade. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.