giovedì 26 aprile 2012

MULA SEM CABEÇA




Aluno: Benedito M. Fagundes


Mula sem cabeça

A mula sem cabeça é uma lenda do folclore brasileiro. De origem é desconhecida, porém, bastante evidenciada em todo o Brasil, principalmente no interior de Minas Gerais, no meio rural. É literalmente uma mula sem cabeça, que solta fogo pelo pescoço (onde deveria estar sua cabeça).
Diz a lenda que ela possui, em seus cascos, ferraduras de prata, ou de aço que apresentam uma coloração, podendo ser marrom, preta, etc. Para alguns pesquisadores, apesar de ter origem desconhecida, a lenda fez parte da cultura da população que vivia sobre o domínio da Igreja Católica. Era uma maneira de amedrontar as pessoas mais humildes. Pode-se dizer que também fazia parte de um controle das familias tradicionais sobre os relacionamentos amorosos, principalmente das filhas. A intenção era mante-las dentro dos padrões morais e comportamentais da época.
Segundo a lenda, a mulher que namorasse um padre seria transformada em uma “mula sem cabeça”. As mulheres deveriam ver os padres como um “santo”. Do contrario (se vissem como homem) estariam cometento pecado. Pensamentos libidinosos com um sacerdote, as transformariam em mula sem cabeça
Segundo a lenda, o encanto somente pode ser quebrado se alguém tirar o freio de ferro que a mula sem cabeça carrega, assim surgirá uma mulher arrependida pelos seus pecados. Enquanto animal, ela corre pelas matas e campos, assustando as pessoas e animais.


BIBLIOGRAFIA
AURÉLIO, Buarque de Holanda Ferreira. Dicionário Aurélio. Editora positivo, 2004.

 

lunedì 23 aprile 2012

História da arte


Aluno:Benedito M. Fagundes


Nas Escolas da rede publica são oferecidas variadas oportunidades de aprendizagem focadas na vida do jovem. O Protagonismo Juvenil é uma das premissa mais importante. Seus elementos fundamentais são: Formação Acadêmica de Excelência, Formação Profissional e Preparação para a Vida que atuam de maneira interdependente e de forma dinâmica.
As Atividades Pedagógicas são princípios do Modelo Pedagógico em termos de inovação.


Estética I

Aluno:  Benedito M. Fagundes
Estética no Renascimento
No Renascimento  os artistas adquirem a dimensão de verdadeiros criadores. Os génios têm o poder de criar obras únicas, ineditas. Desenvolver-se uma concepção elitista da obra  de arte. A verdadeira arte é aquela  criada  para o nosso deleite estético.  Não possui qualquer utilidade. Entre as novas ideias estéticas que então: A difusão de concepções relativistas sobre a beleza. O belo deixa de ser visto como algo em si, para ser encarado como algo que varia de país para país, ou conforme o estatuto social dos indivíduos. Surge o conceito de "gosto"; Difusão de uma concepção misteriosa da beleza, ligada à simbologia das formas geométricas e aos números, inspirada no pitagorismo e neoplatonismo;  Difusão de uma interpretação normativa da estética aristotélica. Estabelecem-se regras e padrões fixos para a produção e a apreciação da arte.
O Renascimento é uma retomada a antiguidade clássica. Foi uma fase criativa e intelectual entre a filosofia medieval e moderna.  Há um retorno ao platonismo. A arte nasce da razão, espiritualidade e intelectualidade, que são vertentes do conhecimento humano. No rrenascimento o artista se torna erudito. sua arte é  fonte de inspiração natural. A figura 1 e 2 mostra bem isso.   “Torso Beveldere” século I a.C., Museu do Vaticano, Roma, Itália. Em comparação com "São Bartolomeu” Juízo Universal (1533-1541), Capela Sistina, Museu do Vaticano, Roma, Itália. Michelangelo Buonarroti (1475-1564). Em ambas é exibido um nu artistico. O artistia moderno é aquele que tem um proposito.Outro exemplo  é a Vênus de Botticelli, que é uma beleza neoplatônica.


Referências bibliograficas
 <http://www.vaticanotours.com/giudizio-cappella-sistina.html>. Acesso em: 18 jan. 2010.
<http://www.panoramio.com/photo/23948871>.  Acesso em: 18 jan. 2010.

12

lunedì 16 aprile 2012

O belo e arte no periodo medieval

No periodo medieval a beleza era fruto do divino. Refletia o teocentrismo, podava atuação humana, elevava a vida espiritual, etc., as obras feitas pelos homens são consideradas imitações da realidade criada por Deus. Excluia qualquer possibilidade de processo criativo. A arte não era vista como uma maneira de mudar o mundo. Espelhava na natureza. “A degustação estética (...) consiste em perceber na coisa concreta um reflexo ontológico da virtude participante de Deus”. O belo está em todos os lugares, é o bem, a verdade, etc.
O belo reflete a harmônia da beleza física e virtude. A luz, é a metáfora das realidades espirituais. As cores aparecem nos costumes, nas roupas, nos enfeites, nas armas, etc. A estética medieval também participa dos avanços no científico e nas práticas tecnológica com o filósofo inglês Roger Bacon (1214-1294). Os princípios da ciência da época são relacionados a razões de beleza.
A percepção do belo atinge principalmente o corpo humano. São varios os pensadores medievais, os quais podemos destacar: Santo Agostinho, "o Belo é o caminho para a sabedoria, para a verdade e para Deus." Já para São Tomás de Aquino o Bem está interligado Belo, que está ligado ao Conhecimento. O ser humano busca a Beleza para agradar o coletivo e não de forma isolada. O belo é o esplendor da Verdade.
Na Itália, destacavam-se dois grandes autores: Dante (1265 – 1321) com A Divina Comédia, abordou a história humana sob os três enfoques religiosa: inferno, purgatório e paraíso. Petrarca (1304 – 1374), criou o soneto lírico, influenciando a produção literária.

Referências Bibliográfica
  1. Adolfi, D. A Estética Natural. São Paulo, Livraria Santos Editora Ltda, 2002

  2. ARAÚJO, Emanoel (org.) Um Olhar Crítico sobre o acervo do século XIX: reflexões iconográficas – memória. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1994.
  3. PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.


Renascimento


Pratica professor Wilton

Fase 1: seleção das três pinturas e pesquisa biográfica sobre os pintores

Inicialmente, você deverá pesquisar e selecionar três pinturas realizadas no Renascimento por pintores diferentes.

A primeira imagem deverá apresentar uma composição que represente a perspectiva científica. A segunda deverá ser uma pintura que traga uma representação botânica, como, por exemplo, flores, frutos ou outro tipo de vegetação que foi minuciosamente representado.

A terceira imagem deverá conter figuras humanas que evidenciem o

estudo da anatomia, ou seja, para realizá-las, o artista estudou os ossos e os músculos humanos, tornando-se capaz de pintar fielmente as superfícies dos corpos.

Nessa pesquisa, você poderá utilizar livros e, também, a internet. Não se esqueça de anotar todas as informações possíveis sobre a obra, pois elas serão necessárias para a análise técnica que será realizada posteriormente.

No caso da busca por informações, livros de arte são os mais indicados. Já para as pesquisas na internet, você poderá utilizar endereços como: <http://images.google.com.br> <http://witcombe.sbc.edu/ARTHrenaissanceitaly.html> <http://www.wga.hu/index1.html> <http://wwar.com/masters/movements/renaissance.html> Durante a pesquisa das imagens, aproveite para reunir informações sobre a biografia de cada pintor escolhido.


Fase 2: pesquisa bibliográfica sobre a arte e a estética no Renascimento

Nessa fase, você fará uma pesquisa sobre as características da arte no Renascimento, bem como sobre os aspectos filosóficos e estéticos do período. Nesse momento, é importante que você tenha uma boa organização para selecionar os textos mais expressivos. Para isso, utilize as fontes indicadas no Guia de disciplina.

Já nas pesquisas realizadas na internet, dê preferência aos textos retirados de sites ligados às universidades ou a outras instituições de pesquisa. Você poderá usar como ferramenta de busca de artigos acadêmicos os seguintes

sites: <http://www.scielo.org/php/index.php?lang=pt> <http://scholar.google.com.br/schhp?hl=pt-BR>


Fase 3: elaboração das análises técnica e estética das obras selecionadas

Após selecionar as imagens e os textos nas fases anteriores, você irá confrontar todas as informações e realizar a análise técnica das obras selecionadas, além da análise estética do período estudado.

Entende-se por análise técnica todas as informações sobre a obra de arte, tais como:

• Nome do pintor, data de nascimento e falecimento (colocada entre parênteses).

• Título da obra (em itálico).

• Data ou período da sua execução (por exemplo: 1503; c. 1500; 1533-1541).

• Dimensões: altura x largura (por exemplo: 126 x 48cm).

• Técnica e suporte (óleo sobre madeira, óleo sobre tela, afresco).

• Localização: local onde a obra de arte está depositada (Museu do Vaticano; Igreja de Santa Maria Novella, Florença).

• Período estilístico (por exemplo: Renascimento italiano).

Você deverá reunir todas essas informações técnicas sobre as três obras escolhidas, inserindo-as após a sua imagem.

A análise estética deverá ser iniciada com base no estudo da Unidade 4 do CRC de Estética I. Além disso, você poderá ampliar seus conhecimentos sobre o assunto com outras leituras; assim, você será capaz de emitir interessantes reflexões sobre a produção artística do Renascimento.


Fase 4: formalização do trabalho :

Após a realização das fases anteriores, você deverá formalizar sua pesquisa redigindo um texto reflexivo, o qual deverá apresentar a seguinte estrutura:

• Introdução.

• Desenvolvimento (análise técnica e estética).

• Considerações finais.

• Bibliografia.

Não se esqueça de seguir as normas da ABNT para a elaboração de sua bibliografia.

Bom trabalho!

Para a elaboração deste Projeto de Prática, você deverá seguir as normas:

Títulos: Times New Roman, tamanho 14 e negrito.

Corpo do texto: Times New Roman e tamanho 12.

lunedì 9 aprile 2012

Interatividade de Tempos Modernos com o curso de arte:

Interatividade de Tempos Modernos com o curso de arte:


A importância está na riqueza e interatividade que o mundo das artes e do cinema estão incorporados. É uma nova etapa do conhecimento.

É importante a relação entre o filme e o curso de artes. Tempos Modernos, é de uma época em que o cinema era mudo e as cenas eram em preto e branco. Não fazia parte deste sistema mercadológico existente hoje. Passa uma mensagem social. Desde o cenário até as técnicas mais modernas, a maneira como os autores se apresentam estão relacionadas com a arte. Conta a história de uma fabrica e seus operários na qual Carlito fazia parte. O gênero é dramático, romântico e também comédia. É uma experiência significativa para professores e estudantes. Reuni dimensões humanas diversas tais como, racionalidade, empirismo, etc. O cinema contribui para a politização das massas.

A experiência proporcionada pela interação arte e o filme, Tempos Modernos, deve ser considerada. Pois amplia o nosso conhecimento e entendimento artístico de forma universal enriquecendo nossa formação acadêmica. Interagir o cinema com o meio artístico é fundamental para uma formação solida de nossa identidade. A relação da cinematografia , ou seja, uma interatividade com o meio externo, amplia nossa visão formativa.


venerdì 6 aprile 2012

Grade curricular do curso de arte

  • Disciplina
  • Carga horária (horas)
  1. ANTROPOLOGIA TEOLOGICA 30.0
  2. ARTE-EDUCACAO E CULTURA DIGITAL 60.0
  3. ATIVIDADES ACADEMICO-CIENTIFICO-CULTURAIS 200.0
  4. COMPREENSAO DOS ELEMENTOS E DA LINGUAGEM PICTORICA 60.0
  5. DANCA PARA EDUCADORES 60.0
  6. DESENHO GEOMETRICO 30.0
  7. DIDATICA GERAL 60.0
  8. EDUCACAO PATRIMONIAL 60.0
  9. ESTAGIO SUPERVISIONADO 400.0
  10. ESTETICA I 30.0
  11. ESTETICA II 30.0
  12. ESTUDO DE ELEMENTOS REPRESENTATIVOS: DESENHO 30.0
  13. ESTUDO DE PROCESSOS TRIDIMENSIONAIS: ESPACO E FORMA 30.0
  14. FOLCLORE 60.0
  15. FUNDAMENTOS DA EDUCACAO INCLUSIVA 30.0
  16. FUNDAMENTOS E METODOS DA ARTE-EDUCACAO 60.0
  17. FUNDAMENTOS HISTORICOS E FILOSOFICOS DA EDUCACAO 60.0
  18. GRAVURA 60.0
  19. HISTORIA DA ARTE: ARTE INTERNACIONAL E ARTE BRASILEIRA 60.0
  20. HISTORIA DA ARTE: DA PRE-HISTORIA AO BARROCO 60.0
  21. HISTORIA DA ARTE: DO IMPRESSIONISMO AO SURREALISMO 60.0
  22. HISTORIA DA ARTE: DO ROCOCO AO REALISMO 60.0
  23. HISTORIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDIGENA I 30.0
  24. HISTORIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDIGENA II 30.0
  25. INICIACAO A PESQUISA CIENTIFICA 30.0
  26. LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30.0
  27. LINGUA PORTUGUESA 60.0
  28. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFICA 30.0
  29. MUSEOLOGIA/CURADORIA/ACAO EDUCATIVA 60.0
  30. MUSICA PARA EDUCADORES 60.0
  31. PERCEPCAO E EXPRESSAO BIDIMENSIONAL: DESENHO 60.0
  32. PLANEJAMENTO VISUAL GRAFICO 60.0
  33. POLITICAS DA EDUCACAO BASICA 60.0
  34. PRATICA PEDAGOGICA 400.0
  35. PROCESSOS ESCULTORICOS 60.0
  36. PSICOLOGIA DA EDUCACAO 60.0
  37. SOCIOLOGIA DA EDUCACAO 60.0
  38. TEATRO PARA EDUCADORES 60.0
  39. TECNICAS EXPRESSIVAS EM PINTURA 30.0
  40. TECNOLOGIA EDUCACIONAL PARA EDUCACAO A DISTANCIA 30.0
  41. TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO 0.0

FALE COM O COORDENADOR

Prof. Esp. Newton Gomes Ferreira

Atendimento:
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