mercoledì 19 settembre 2012
martedì 11 settembre 2012
A Influência da Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
Aluno: BENEDITO M FAGUNDES
1. TEMA
A Influência da Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
2. PROBLEMATIZAÇÃO
De que forma a Literatura Infantil tem influenciado o desenvolvimento da Leitura nas séries iniciais do Ensino Fundamental nas Escolas Municipais?
3. QUESTÕES NORTEADORAS:
Como a Literatura Infantil influencia para no desenvolvimento da leitura na criança?
Como ocorre a aquisição da leitura na criança através da Literatura Infantil?
Como a Literatura Infantil vem sendo utilizada enquanto recurso pedagógico?
4. OBJETIVOS
4.1. OBJETIVO GERAL:
Investigar de que forma a Literatura Infantil pode influenciar no desenvolvimento da leitura nas crianças.
4. 2. OBJETIVOS ESPECIFICOS:
Verificar como os professores utilizam a literatura infantil em suas aulas;
Identificar a Literatura Infantil como uma forma prazerosa na prática pedagógica;
Verificar se a literatura Infantil fornece elementos para que a criança possa enriquecer sua leitura, passando a expressar suas idéias de forma mais elaborada.
5. JUSTIFICATIVA:
Podemos observar a
importância deste projeto de pesquisa por buscar compreender que a Literatura
Infantil em sua prática desperta o interesse e a atenção das crianças,
desenvolvendo nelas, entre outras coisas, a imaginação, a criatividade, a
demonstração das idéias, e o prazer pela leitura e escrita, também cria
situações, nas quais as crianças possam interagir em seu processo de construção
do conhecimento, possibilitando assim, o seu desenvolvimento da leitura.
O nosso objetivo nesta abordagem é investigar
de que maneira a Literatura Infantil pode influenciar no desenvolvimento da
leitura das crianças.
Portanto a Literatura Infantil deve fazer parte da
rotina das crianças, tanto na escola quanto em casa, uma vez que, por meio da
literatura infantil podemos levar nossas crianças para qualquer lugar, mágicas
ou reais. Assim, é importante que haja projetos de leitura nas escolas para que
os professores possam aprofundar o desenvolvimento da leitura na Educação
Infantil, visando orientar o trabalho com os alunos, a partir da leitura de
clássicos da literatura infantil, fazendo com o que o aluno tenha prazer em ler
e consiga transmitir ao outro o que leu. Dessa forma, o livro deve ser mostrado
e aberto com prazer e a alegria, para que o aluno perceba que ler é uma viagem
maravilhosa e não apenas mais uma das atividades de escola.
A leitura e a escrita são hoje um dos maiores
desafios das escolas, visto que quando estimulada de forma criativa,
possibilita a redescoberta do prazer de ler, a utilização da escrita em
contextos sociais e a inserção da criança no mundo letrado.
6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
A definição do tema desse projeto é para ser desenvolvido em escolas da Rede Municipal de Timon (Ma) e pode contribuir significativamente para o desenvolvimento cognitivo das crianças, ajudando a formar leitores. Sendo assim, ao propor um trabalho com o gênero literário em sala de aula, o professor de se apoiar também nas concepções de alguns estudiosos que afirmam que o trabalho com a Literatura Infantil pode certamente ajudar na valorização da criatividade, da independência e da emoção infantil, o chamado, pensamento crítico e segundo SILVEIRA (1997, p.149), “A criança através da Literatura Infantil entra no texto e viaja no mundo da fantasia e do questionamento. Nesse sentido, a leitura pode ser vista vivida, sentida, falada, ouvida e contada”. Coelho (2000)
É através da
leitura que o educando estenderá sua visão de mundo e suas interpretações da
história, ficará mais bem capacitado para o desempenho específico da parte que
lhe cabe no coletivo da escola. Deve ser o educador o primeiro a buscar na
leitura os caminhos para as soluções de muitos problemas existentes na
escola... (Garcia, 1992). Portanto, considerando os fundamentos teóricos que
embasam o projeto reconhecemos que, o trabalho em sala de aula com Literatura
Infantil é importante sob vários aspectos psicossociais.
Quanto ao desenvolvimento cognitivo, ela
proporciona às crianças meios para desenvolver habilidades que agem como
facilitadores dos processos de aprendizagem. Estas habilidades podem ser
observadas no aumento do vocabulário, nas referências textuais, na
interpretação de textos, na ampliação do repertório lingüístico, na reflexão,
na criticidade e na criatividade.
Estas habilidades propiciariam no momento de novas leituras a possibilidade do leitor fazer inferências e novas releituras, agindo, assim, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem não só da língua, mas também das outras disciplinas.
A Literatura Infantil, nas escolas, deve despertar o gosto pela leitura, pois a literatura pode proporcionar fruição, alegria e encanto quando trabalhada de forma significativa pelo aluno. Além disso, ela pode desenvolver a imaginação, os sentimentos, a emoção, a expressão e o movimento através de uma aprendizagem prazerosa. (SAWULSKI, 2002).
7. METODOLOGIA:
Estas habilidades propiciariam no momento de novas leituras a possibilidade do leitor fazer inferências e novas releituras, agindo, assim, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem não só da língua, mas também das outras disciplinas.
A Literatura Infantil, nas escolas, deve despertar o gosto pela leitura, pois a literatura pode proporcionar fruição, alegria e encanto quando trabalhada de forma significativa pelo aluno. Além disso, ela pode desenvolver a imaginação, os sentimentos, a emoção, a expressão e o movimento através de uma aprendizagem prazerosa. (SAWULSKI, 2002).
7. METODOLOGIA:
Muitas são as metodologias que poderão ser
utilizadas no cumprimento do Projeto, as sugestões abaixo apresentadas servirão
apenas de apoio para o trabalho de leitura em sala de aula, podendo e devendo
ser complementado pelos professores, a fim de enriquecer as atividades e
torná-las ainda mais expressivas para os alunos.
Optamos por pesquisa qualitativa, pois nos
garante a representação de dados, baseados em critérios de qualidade e não
numérico do problema investigado, apreciar essa opção, a pesquisa qualitativa
tem como características e formas mais adaptadas para o estudo de nossa
pesquisa. Assim, pode oportunizar ao pesquisador uma visão ampla do cotidiano
escolar, além de produzir conhecimento através da realidade encontrada e
contribuir para a transformação de um estudo mais eficiente. Além disso, essa
pesquisa permite ao pesquisador um contato direto com o ambiente. Nosso lócus
de pesquisa será uma Escola da rede municipal de Timon (Ma).
Os Sujeitos da pesquisa serão os alunos e professores de educação infantil de uma escola da Rede municipal de Timon, os Instrumentos de coleta de dados serão visitas exploratórias que nos permitirá chegar mais perto do sujeito. Questionário aberto onde apresentaremos indagações com objetivo de descobertas mais profundas sobre a nossa investigação.
8. CRONOGRAMA:
Os Sujeitos da pesquisa serão os alunos e professores de educação infantil de uma escola da Rede municipal de Timon, os Instrumentos de coleta de dados serão visitas exploratórias que nos permitirá chegar mais perto do sujeito. Questionário aberto onde apresentaremos indagações com objetivo de descobertas mais profundas sobre a nossa investigação.
8. CRONOGRAMA:
SETEMBRO/OTUBRO/NOVEMBRO
Levantamento
bibliográfico X X
Elaboração do projeto X X
Apresentação do projeto X
Aprofundamento da revisão bibliográfica X X
Levantamento e análise dos dados X X
Tratamento dos dados X
Discussão dos resultados X
Revisão da pesquisa X
Entrega e apresentação do artigo X
Elaboração do projeto X X
Apresentação do projeto X
Aprofundamento da revisão bibliográfica X X
Levantamento e análise dos dados X X
Tratamento dos dados X
Discussão dos resultados X
Revisão da pesquisa X
Entrega e apresentação do artigo X
9.
REFERÊNCIAS BIBLOGRÁFICAS:
COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil – Teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna (2000);
GARCIA, Edson Gabriel. A Leitura na escola de 1º grau. Por uma outra leitura da leitura. 2ª Ed. São Paulo; Editora Loyola,(1992);
SILVEIRA, R. Cultura, mídia e educação: Educação e Realidade, Rio Grande
do Sul (1997);
SAWULSKI, V. Fruição e / ou aprendizagem através da Literatura Infantil na escola. (2003);
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1993.
SAWULSKI, V. Fruição e / ou aprendizagem através da Literatura Infantil na escola. (2003);
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1993.
sabato 8 settembre 2012
venerdì 7 settembre 2012
Tcc - unip - clartino - Estagio
https://www.google.com.br/ search?hl=pt-BR&biw=1280&bih= 731&noj=1&sclient=psy-ab&q= projeto+de+pesquisa+ literatura+de+cordel&oq= projeto+de+pesquisa%3A+Lit&gs_ l=serp.1.2. 0l4j0i30l4j0i5i30j0i8i30. 996521.1022444.0.1046034.16. 15.1.0.0.0.1718.9181. 1j0j1j3j2j3j1j1j2.14.0...0.0.. .1c.1.sQ32ZWSe_Go
https://www.google.com.br/ search?hl=pt-BR&biw=1280&bih= 731&noj=1&sclient=psy-ab&q= projeto+de+pesquisa+sobre+ literatura+infantil&oq= projeto+de+pesquisa+sobre+ literatura&gs_l=serp.1.1. 0l4j0i30j0i5i30j0i8i30l2. 10221.12436.0.15841.10.10.0.0. 0.0.279.1316.5j2j3.10.0...0.0. ..1c.1.JkJR3pfTKIQ
https://www.google.com.br/ search?hl=pt-BR&biw=1280&bih= 731&noj=1&sclient=psy-ab&q= projeto+de+pesquisa+sobre+ literatura+na+educa%C3%A7%C3% A3o+infantil&oq=projeto+de+ pesquisa+sobre+literatura+&gs_ l=serp.1.2. 0l3j0i30l2j0i5i30j0i8i30l2. 23730.25654.0.39083.8.8.0.0.0. 0.291.1406.2j3j3.8.0...0.0... 1c.1.oDBDviBjZ-Q
PRONTO: https://www.google.com.br/ search?hl=pt-BR&biw=1280&bih= 731&noj=1&sclient=psy-ab&q= pre-projeto+de+pesquisa+sobre+ literatura+infantil&oq=pre- projeto+de+pesquisa+sobre+ literatura+infantil&gs_l=serp. 12...0.0.0.1982.0.0.0.0.0.0.0. 0..0.0...0.0...1c.jrjnDb73nfE
https://www.google.com.br/#hl= es&gs_nf=1&tok= 8LLqqnwTyFNnNArPcGWaDQ&cp=36& gs_id=3yh&xhr=t&q=Monografias+ prontas:+a+arte+na+idade&pf=p& sclient=psy-ab&oq=Monografias+ prontas:+a+arte+na+idade&gs_l= &pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw. r_cp.r_qf.&fp=cad422c0c44f4af& biw=1280&bih=731
----------
https://www.google.com.br/#hl= es&gs_nf=1&tok= 8LLqqnwTyFNnNArPcGWaDQ&pq= monografias%20prontas% 20literatura%20moderna&cp=5& gs_id=c4t&xhr=t&q=Tcc%3A%20% 20%20literatura%20moderna&pf= p&sclient=psy-ab&oq=Tcc:+++ literatura+moderna&gs_l=&pbx= 1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp. r_qf.&fp=cad422c0c44f4af&biw= 1280&bih=731
http://www.trabalhosfeitos. com/ensaios/Literatura- Infantil/108304.html
http://www.trabalhosfeitos. com/ensaios/Literatura- Infantil/108304.html
Arte e infância: memórias desveladas nos diálogos sobre constituição de professoras de Arte
Beloní Cacique Braga
Arte e Tecnologia
Clediane Lourenço
http://www.artenaescola.org. br/pesquise_monografias.php
MONOGRAFIA: BDM > Monografias de Graduação >
Arte e função social MONOGRAFIA)
Artes Cênicas >
Artes Cênicas [12]
Artes Plásticas [48]
http://bdm.bce.unb.br/handle/ 10483/3673
https://www.google.com.br/
https://www.google.com.br/
PRONTO: https://www.google.com.br/
https://www.google.com.br/#hl=
----------
https://www.google.com.br/#hl=
http://www.trabalhosfeitos.
http://www.trabalhosfeitos.
Arte e infância: memórias desveladas nos diálogos sobre constituição de professoras de Arte
Beloní Cacique Braga
Clediane Lourenço
http://www.artenaescola.org.
MONOGRAFIA: BDM > Monografias de Graduação >
Arte e função social MONOGRAFIA)
Artes Cênicas >
Artes Cênicas [12]
Artes Plásticas [48]
http://bdm.bce.unb.br/handle/
- Literatura Infantil
- Literatura Infantil Para Surdos
- a Importância Da Literatura Infantil Na Educação Infantil e Ensino funDamental i Para o Incentivo a Leitura
- o Conceito De Literatura Infantil
- Literatura Infantil Nas Séries Iniciais – a Importância De Contar História Na Educação Infantil
- Literatura Infantil Nas Séries Iniciais – a Importância De Contar História Na Educação Infantil
- Literatura Infantil Nas Séries Iniciais
- a Importancia Da Literatura Infantil Nas Series Iniciais
- Artigo Literatura Infantil
- Relatório De Estágio De Educação Infantil e Série Iniciais
- Relatório De Estágio De Educação Infantil e Série Iniciais
- Relatório De Estágio Em Educação Infantil
- Relatório De Estágio Em Educação Infantil
- Relatório De Estágio Curricular Educação Infantil- Pedagogia
- Relatório De Estágio Em Educação Infantil
- As aulAs De História, Geografia e Arte No ensiNo Fundamental
- As aulAs De História, Geografia e Arte No ensiNo Fundamental i: Espaço Para a Construção De Diálogos Intercuturais e Compreensão Do Contexto Escolar.
- As aulAs De História, Geografia e Arte No ensiNo Fundamental i: Espaço Para a Construção De Diálogos Interculturais e Compreensão Do Contexto Escolar
- As aulAs De História, Geografia e Arte No ensiNo Fundamental i: Espaços Para a Construção De Diálogos Interculturais e Compreensão Do Contexto Escolar
- 2. As aulAs De História, Geografia e Arte No ensiNo Fundamental i: Espaços Para a Construção De Diálogos Interculturais e Compreensão Do Contexto Escolar.
- --------------------------------------------------
- Fichamento - MetoDologia Do Ensino Da Arte
- MetoDologia Do Ensino Da Arte-Artes Visuais
- MetoDologia Do Ensino De Arte
- o Ensino De Arte
- Metodologia No ensiNo De Artes.
- Relatório De Estágio-Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio – Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio -Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio. Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio Ensino Fundamental i
- Relatório De Estágio Ensino Médio Filosofia
- Relatório De Estágio-Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio – Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio -Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio. Ensino Fundamental
- Relatório De Estágio Supervisionado i - Letras
- Relatório De Estágio Supervisionado
- Relatório De Estágio Supervisionado
- Relatório De Estágio Supervisionado i
- Relatório De Estágio Supervisionado De Matemática
- Estágio Supervisionado: Práticas De oralidaDe e Literatura No ensiNo Médio
- Contação De História: Um Caminho Para Ensinar Língua Portuguesa e Literatura No ensiNo Médio
- Resenha Literatura No ensiNo Médio
- Avaliação De Programas EnsiNo De Literatura No EnsiNo Médio
- a Literatura No ensiNo Médio
mercoledì 5 settembre 2012
Tcc artes
Tcc
Contextualização
Pintura Moderna na sala de aula - Ensino Médio.
Cada época, cada escola revela para as pessoas do presente
como os seus antepassados viviam, o que eles comiam, como se trajavam
e como eram suas tradições.
Esse trabalho buscará um pouco da historia da pintura moderna,
desde os seus primórdios, ressaltando o principal de cada época ate
chegar os nossos dias. E como essa pintura é ensinada dentro da sala
de aula, como os professores estão sendo preparados para ensiná-la.
Buscando nortear a práxis do Ensino da pintura moderna, no
Ensino Médio e, considera-se de suma importância a vivência
para o enriquecimento cultural do aluno, bem como a sua trajetória
teórica, delineados por incursões na História da Arte
contextualizada
Na Verdade, o modernismo foi um movimento literário e
artístico do início do séc. XX, cujo objetivo era o rompimento com
o tradicionalismo (parnasianismo, simbolismo e a arte acadêmica), a
libertação estética, a experimentação constante e,
principalmente, a independência cultural do país. Apesar da força
do movimento literário modernista a base deste movimento se encontra
nas artes plásticas, com destaque para a pintura (Moderna).
A palavra Arte tem recebido no decorrer de sua história, inúmeros
conceitos de vários estudiosos e de diferentes épocas. Tomamos como
base, para os conceitos aqui relatados, dois estudiosos: Nicola
Abbagnano, filósofo, e Marcya Vasconcellos educadora.
Em seu significado mais geral, “arte significa filosoficamente,
todo conjunto de regras capazes de dirigir uma atividade humana
qualquer” (ABBAGNANO, 2000, p. 81)
Conforme nos expõe o filósofo Abbagnano ( 2000) contextualizando,
desde Platão aos dias atuais a definição de arte é o objeto de
construção, isto é, todo o processo, cercado da razão, na
produção de qualquer coisa, distinguindo-se da natureza.
A arte é uma expressão da cultura estando presente na educação
desde as mais primitivas civilizações até os dias atuais. Na
educação em arte na escola o que tem mudado é a concepção
pedagógica de aprendizagem influenciada pelas transformações da
sociedade.
“O fato é, que, qualquer que seja o significado do que se lhe
atribua, a arte existe desde o momento em que surge a necessidade de
o homem se expressar sobre alguma coisa.” (VASCONCELLOS, 2006,
p.42).
O professor(a) tem papel significativo ao fazer, interpretar e
refletir sobre arte, sabendo contextualizá-la como produção social
e histórica.
Arte para a escola é uma disciplina com origem, história, questões,
metodologias que podem ser ensinadas e aprendidas. Para Vasconcellos
(2006, p. 42) “é preciso estar engajado em um processo de formação
de conceitos do quais estes são abstraídos ou criados, ou seja,
transformados em realizações formais.”
O texto de Vasconcellos, permiti ampliar meus conhecimentos sobre a
arte, sua história e função na educação. É importante termos
este conhecimento e visão da arte para educar dentro de uma prática
pedagógica histórico cultural, transformadora e reflexiva.
A vida cultural deve passar pela escola por meio de visita a feiras,
apresentações de dança, teatro e música estabelecendo a
comunicação permanente entre o que se estuda e a cultura em
produção.
As
Artes podem contribuir para desenvolver criticidade, sensibilidade e
criatividade, durante o processo de aprendizagem da criança, desde a
mais tenra idade.
Objetivos.
Esse trabalho terá como objetivo esclarecer como a história da
Pintura moderna esta ligada ao nosso convívio diário. Espero
alcançar objetivos de modo satisfatório, que as pessoas entendam o
que é arte, como ela deve ser estuda e o porquê de estudá-la.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
. Conscientizar à integração dos alunos nas atividades sobre artes
. Promover a socialização entre a família e a escola
. Contribuir com a auto-estima e a valorização individual
. Envolver pais e sociedade nas atividades desempenhadas na escola
. Auxiliar a escola no combate à evasão escolar
. Propiciar aos alunos momentos de socialização buscando a redução
da violência escolar.
Justificativa.
Este
projeto irá desenvolver uma pesquisa sobre pintura moderna no Ensino
Médio, associandom prática e teoria.
Buscará um pouco da historia da pintura moderna, desde os
seus primórdios, ressaltando o principal de cada época ate chegar
os nossos dias. E como essa pintura é ensinada dentro da sala de
aula, como os professores estão sendo preparados para ensiná-la.
Metodologia.
Primeira
etapa: Pesquisa
Segunda etapa: Uma entrevista com o
coordenador(a) de uma escola pública, municipal ou estadual de
Educação Básica. A escola selecionada deve ter Ensino Medio.
Será Utilizado um roteiro para a realização da entrevista:
1)Quantos
alunos de ensino médio a escola têm?
2) Você,
enquanto coordenador(a) da escola, realizou algum curso ou tem
recebido alguma formação específica
03) Como
foram esses cursos e/ou formação? Foram propostos pela rede pública
ou você os procurou por iniciativa própria?
04) A rede
estadual na qual você atua como coordenador(a) conta com um setor
responsável pela formação dos gestores?
05) Esse
setor tem promovido apoio e garantindo recursos humanos, materiais e
financeiros que viabilizem o atendimento de qualidade aos alunos da
educação básica como prevê a legislação?
06)A
escola tem implementado flexibilizações e adaptações curriculares
que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos
básicos, metodologias de
ensino e
recursos didáticos diferenciado tendo em vista que os alunos do
ensino médio, principalmente os do noturno, trabalham?
07) Como
os alunos do ensino médio têm sido avaliados?
08)Em sua
opinião, o que precisa ser melhorado na sua escola?
E, para finalizar será
elaborado um relatório com as conclusões da análise.
Terceira
etapa: Elaboração do trabalho
Cronograma
Agosto - datas - quando?
Até 30 de agosto de 2012
|
Até 09 de setembro de 2012
|
Até 16 de setembro de 2012
|
Nada marcado
|
Contextualização
|
Justificativa, objetivos e metodologias | Cronograma e referencia bibliográficas | |
Referências
Bibliográficas.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna. São Paulo:
Companhia das Letras, 1992.
BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. São
Paulo: Perspectiva, 1994.
DASILVA, Orlando. Guido Viaro, alma e corpo do
desenho. Curitiba: Secretaria de Estado
da Cultura, 1997.
DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO SALVAT. Rio de Janeiro:
Salvat Editores S.A., 1955.
DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Fundamentos
estéticos da educação. Campinas: Papirus, 1988.
FERRAZ, Maria Heloísa Corrêa de Toledo; FUSARI,
Maria F. de Rezende e. Metodologia do ensino de arte. São Paulo:
Cortez, 1993.
FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e; FERRAZ,
Maria Heloísa Correa de Toledo. Arte na educação escolar. São
Paulo: Cortez, 1992.
HISTÓRIA DA ARTE. Barcelona: Salvat Editores,
S.A., 1978.
MARTINS, Mirian Celeste e outros. Didática no
Ensino de Arte: Língua do Mundo –Poetizar,
Fruir e Conhecer Arte. São Paulo: FID, 1998.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Educação
artística: leis e pareceres.
Brasília: 1982.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação.
Diretrizes Curriculares de Arte e Artes para a
Educação Básica, 2006 Disponível em
<http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br > Acesso em: fev. 2012.
RICHARD, André. A crítica de arte. São Paulo:
Martins Fontes, 1988.
giovedì 30 agosto 2012
Portifolio: FUNDAMENTOS DA EDUCACAO INCLUSIVA
FUNDAMENTOS
DA EDUCACAO INCLUSIVA
A educação inclusiva constitui um
paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos
humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores
indissociáveis, e que avança em relação à idéia de eqüidade
formal ao
contextualizar as circunstâncias históricas da produção da
exclusão
dentro e fora da escola (BRASIL, 2008, s.p).
Alguns documentos: Declaração de Salamanca (BRASIL, 1994); Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (Lei
nº. 9.394 de 20/12/96), artigos 58, 59, 60, Capítulo V; A
Resolução
CNE / CEB no. 02/2001 de 11/09/2001, que instituiu as Diretrizes
Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica; Lei da
Acessibilidade (BRASIL, 2000; 2004); Política Nacional de Educação
. Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2007),
dentre outros.
A escola é o espaço de inclusão, porém, “os professores tem que
ser capacitados para tal função”. Esta é uma afirmação básica
dos docentes da area. A educação inclusiva estabelecer um novo
olhar
sobre as diferenças das pessoas com necessidades educacionais
especiais.
No
Brasil,
a
educação
inclusiva
vem
se
fortalecendo
desde
a
da
década
de
1990
. Porém o modelo de educação inclusiva de
um
município ou Estado pode não servir para outro. Ou seja, existe
muitas disparidades. A implementação da educação inclusiva
não significa a eliminação dos serviços existentes.
É muito relativo o conceito de educação inclusiva. Muitas pessoas
a relaciona a algum tipo de deficiência, o que não é verdade.
Inclusiva, o próprio nome já diz, incluir. Isto funciona muito bem
na educação publica: todos na escola independente de cor, raça,
religião, situação financeira, etc. O conceito de inclusão é
propiciar a ampliação do acesso dos alunos às classes comuns para
que todas as crianças aprendam juntas, afirmam os professores.
As
redes
de
ensino
(pública ou privada) deve procurar ampliar as opções de serviços
de educação inclusiva. Porém isso envolve investimento. Para
Mendes (2002) “ainda é preciso construir
um modelo de educação inclusiva que respeite nossas bases
históricas, legais, filosóficas e políticas” (p. 71).
A educação inclusiva no Brasil depende da reorganização dos
serviços e da formação dos professores. É um processo em
construção e inclusão social.
Referências Bibliográficas
Martins, M. A. (1996). Pré-História da Aprendizagem da Leitura.
Lisboa: ISPA
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Especial.
Política nacional de
educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília:
MEC/SEESP, 2007.
Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf>.
Acesso em:
11 jan. 2011.
MRECH, L. M. Educação inclusiva: realidade ou utopia? São Paulo:
Trabalho apresentado
no evento do LIDE, Seminário educação inclusiva: realidade ou
utopia? Faculdade
de Educação da Universidade de São Paulo, 1999. Disponível em:
<http://www.
educacaoonline.pro.br/art_ei_realidade_ou_utopia.asp>. Acesso em:
11 jan. 2011.
ESTRATÉGIAS QUE A FAMÍLIA COM PAIS OU RESPONSÁVEIS OUVINTES PODE ADOTAR PARA GARANTIR O DESENVOLVIMENTO LINGUÍSTICO, COGNITIVO E AFETIVO DA CRIANÇA SURDA.
ESTRATÉGIAS QUE A FAMÍLIA COM PAIS OU RESPONSÁVEIS OUVINTES PODE ADOTAR PARA GARANTIR O DESENVOLVIMENTO LINGUÍSTICO, COGNITIVO E AFETIVO DA CRIANÇA SURDA.
Para Motta et al. (2003), “os cuidados oferecidos pela família constituem estratégias que favorecem o desenvolvimento humano à medida que proporcionam amor, afeto, proteção e segurança dentro de um espaço de inclusão e acolhimento aos filhos.”
Estratégias lingüísticas que ajudam na compreensão e no desenvolvimento da língua: Pergunta de clarificação, pergunta de compreensão, reformulação, por repetição variante são estratégias do mediador para confirmar que concorda com a criança.
• Comunicar com o bebé emitindo mensagens usando todos os sentidos possíveis: toque, expressão facial, fala, mímica, gesto, etc.
• Respeitar os tempos de reação do bebé.
• Traduzir a partir do português escrito para a língua gestual
Questionário
(Entrevista com a moradora da comunidade de Santa Maria,Jaqueline de Jesus)
1) Você já ouviu falar em língua de sinais? Você conhece a
Libras? Sim, mais são que era chamada de Libras.
2) Você acredita que a língua de sinais é uma série de gestos inventados pelos surdos? Explique. Se é inventado pelos surdos eu não sei. Mais funciona como um meio de comunicação entre eles.
3) A língua de sinais é universal? Por quê? A língua de sinais é local. Por exemplo: Libras: é a língua de sinais brasileira. Em outro países o codigo é diferente.
4) Como você acha que surgiu as línguas de sinais? Não sei. Provavelmente pela necessidade de comunicação da comunidade com deficiencia auditiva, como um meio de sobrevivencia.
5) Você conhece algum sinal da língua de sinais? Qual/
Quais? Onde você aprendeu? Não conheço. Porém já vi muitos deficientes auditivos se comunicarem.
Referências Bibliográficas
Martins, M. A. (1996). Pré-História da Aprendizagem da Leitura. Lisboa:
ISPA
Para Motta et al. (2003), “os cuidados oferecidos pela família constituem estratégias que favorecem o desenvolvimento humano à medida que proporcionam amor, afeto, proteção e segurança dentro de um espaço de inclusão e acolhimento aos filhos.”
Estratégias lingüísticas que ajudam na compreensão e no desenvolvimento da língua: Pergunta de clarificação, pergunta de compreensão, reformulação, por repetição variante são estratégias do mediador para confirmar que concorda com a criança.
• Comunicar com o bebé emitindo mensagens usando todos os sentidos possíveis: toque, expressão facial, fala, mímica, gesto, etc.
• Respeitar os tempos de reação do bebé.
• Traduzir a partir do português escrito para a língua gestual
Questionário
(Entrevista com a moradora da comunidade de Santa Maria,Jaqueline de Jesus)
1) Você já ouviu falar em língua de sinais? Você conhece a
Libras? Sim, mais são que era chamada de Libras.
2) Você acredita que a língua de sinais é uma série de gestos inventados pelos surdos? Explique. Se é inventado pelos surdos eu não sei. Mais funciona como um meio de comunicação entre eles.
3) A língua de sinais é universal? Por quê? A língua de sinais é local. Por exemplo: Libras: é a língua de sinais brasileira. Em outro países o codigo é diferente.
4) Como você acha que surgiu as línguas de sinais? Não sei. Provavelmente pela necessidade de comunicação da comunidade com deficiencia auditiva, como um meio de sobrevivencia.
5) Você conhece algum sinal da língua de sinais? Qual/
Quais? Onde você aprendeu? Não conheço. Porém já vi muitos deficientes auditivos se comunicarem.
Referências Bibliográficas
Martins, M. A. (1996). Pré-História da Aprendizagem da Leitura. Lisboa:
ISPA
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